???item.export.label??? ???item.export.type.endnote??? ???item.export.type.bibtex???

Please use this identifier to cite or link to this item: https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/tede/3102
Tipo do documento: Tese
Título: Efeito neuroprotetor e antioxidante de Syzygium cumini (l.) Skeels e da miricetina na doença de parkinson em ratos
Título(s) alternativo(s): Neuroprotective effect and antioxidant of Syzygium cumini (l.) Skeels and myricetin in parkinson's disease in rats
Autor: SILVA, Naíme Diane Sauaia Holanda 
Primeiro orientador: BORGES, Antônio Carlos Romão
Primeiro coorientador: PINTO, Bruno Araújo Serra
Primeiro membro da banca: BORGES, Antônio Carlos Romão
Segundo membro da banca: PINTO, Bruno Araújo Serra
Terceiro membro da banca: PESSOA, Débora Luana Ribeiro
Quarto membro da banca: ANDRADE, Marcelo Souza de
Quinto membro da banca: SILVA, Selma do Nascimento
Resumo: A Doença de Parkinson atualmente é considerada a segunda doença neurodegenerativa mais comum conhecida como um distúrbio caracterizado principalmente por seus sintomas motores e cognitivos. Syzygium cumini (L.) Skeels, conhecido popularmente como jambolão, é uma árvore nativa do Norte e Nordeste do Brasil. Suas folhas possuem elevado compostos fenólicos e glicídios. A miricetina, composto fenólico presente nas folhas de Syzygium cumini (L.) Skeels, possui propriedades terapêuticas tais como: antimicrobiana, hipoglicemiante e anti-inflamatória. Evidências in vitro mostraram que tanto o Syzygium cumini (L.) Skeels quanto a Miricetina possuem baixa toxicidade e efeitos antioxidantes, sugerindo potencial uso terapêutico. Na busca de novas terapias para a DP, surge neste cenário a espécie vegetal e o composto fenólico com prospecção terapêutica antioxidante e neuroprotetora para uso sistêmico. O objetivo deste estudo foi desenvolver um produto fitoterápico derivado das folhas de S. cumini com atividade antioxidante e neuroprotetora aplicável na Doença de Parkinson. Para investigar o efeito do EHB foram realizados teste comportamentais e antioxidante in vivo, com análise de amostras teciduais (estriado, hipocampo e substância negra) por PCR - real time. O tratamento foi realizado diariamente, em quatro grupos de animais (n=5; 90 dias), formados aleatoriamente e tratados concomitantemente por duas semanas como se segue: grupo controle negativo (CTR) administrados óleo de girassol por via subcutânea (s.c.) e solução salina 0,9% por via oral (v.o.) em doses de 0,1ml/100 g de peso; grupo induzido: ratos foram induzidos com rotenona 2,5 mg/kg (s.c.) e salina (v.o); grupo controle positivo: ratos que receberam rotenona (s.c.) e miricetina 10 mg/kg (v.o.); grupos induzidos tratados com o extrato vegetal de S. cumini: ratos que receberão rotenona (s.c.) e tratados com o extrato vegetal de S.cumini (EHB) na dose de 500 mg/kg (v.o.). Em relação aos testes comportamental o peso dos animais reduziram após indução da rotenona; no teste de campo aberto a redução dos quadrantes percorridos pelos animais representa uma diminuição da atividade exploratória e da deambulação causada pela degeneração motora associada a rotenona, ou seja, a rotenona teve sucesso ao induzir o Parkinson, porém a miricetina não teve sucesso em reverte; já no teste de rotarod o grupo induzido teve um decréscimo com média de 2,86 ± 1,60 e o grupo CTP teve um decréscimo mais acentuado do que no grupo induzido com média de 2,00 ± 0,66. Na análise do estresse oxidativo a administração de rotenona aumentou a expressão gênica do Nrf2, o tratamento com a miricetina foi capaz de bloquear quase completamente a oxidação ocasionada pela rotenona, enquanto que no tratamento com EHB de S.cumini, na substância negra e no hipocampo não demonstrou expressão significativa comparado ao grupo da miricetina, já no estriado houve expressão, porém em menor proporção que a miricetina. Concluiu que apesar de ainda necessitarem serem melhor explorados os últimos testes podemos dispor de um possível fitoterápico para diversas disfunções associadas ao estresse oxidativo e preservação neuronal presente na DP.
Abstract: Parkinson's disease is currently considered the second most common neurodegenerative disease known as a disorder characterized mainly by its motor and cognitive symptoms. Syzygium cumini (L.) Skeels, popularly known as jambolão, is a native tree of northern and northeastern Brazil. Its leaves have high phenolic compounds and glycids. Miricetin, a phenolic compound present in the leaves of Syzygium cumini (L.) Skeels, has therapeutic properties such as antimicrobial, hypoglycemic and anti-inflammatory. In vitro evidence showed that both Syzygium cumini (L.) Skeels and Miricetin have low toxicity and antioxidant effects, suggesting potential therapeutic use. In the search for new therapies for PD, in this scenario arises the plant species and the phenolic compound with prospective therapeutic antioxidant and neuroprotective for systemic use. The aim of this study was to develop an herbal product derived from S. cumini leaves with antioxidant and neuroprotective activity applicable in Parkinson's disease. To investigate the effect of EHB, in vivo behavioral and antioxidant tests were performed with analysis of tissue samples (striatum, hippocampus and substantia nigra) by real time PCR. Treatment was performed daily in four groups of animals (n = 5; 90 days), randomly formed and treated concomitantly for two weeks as follows: negative control group (CTR) administered subcutaneous sunflower oil (sc) and solution 0.9% saline orally (vo) at doses of 0.1 ml / 100 g by weight; induced group: rats were induced with rotenone 2.5 mg / kg (s.c.) and saline (v.o); positive control group: rats given rotenone (s.c.) and miricetin 10 mg / kg (v.o.); induced groups treated with S. cumini plant extract: rats receiving rotenone (s.c.) and treated with S. cumini plant extract (EHB) at a dose of 500 mg / kg (v.o.). Regarding behavioral tests, the animals' weight decreased after induction of rotenone; In the open field test, the reduction in the quadrants traveled by the animals represents a decrease in exploratory activity and ambulation caused by rotenone-associated motor degeneration, that is, rotenone was successful in inducing Parkinson, but miricetin was not successful in reversing; In the rotarod test, the induced group had a decrease with an average of 2.86 ± 1.60 and the CTP group had a steeper decrease than in the induced group with an average of 2.00 ± 0.66. In the analysis of oxidative stress, rotenone administration increased Nrf2 gene expression, myricetin treatment was able to almost completely block the oxidation caused by rotenone, whereas in S.cumini EHB treatment in substantia nigra and hippocampus did not show significant expression compared to the group of miricetin, but in the striatum there was expression, but to a lesser extent than miricetin. He concluded that although the latest tests still need to be better explored we can have a possible herbal medicine for several dysfunctions associated with oxidative stress and neuronal preservation present in PD.
Palavras-chave: Doença de Parkinson
Syzygium cumini (L.)
Skeels
Miricetina
Estresse oxidativo
Neuroproteção
Parkinson's disease
Syzygium cumini (L.)
Skeels
Myricetin
Oxidative stress
Neuroprotection
Área(s) do CNPq: Neurologia
Fitotecnia
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal do Maranhão
Sigla da instituição: UFMA
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS/CCBS
Programa: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA - RENORBIO/CCBS
Citação: SILVA, Naíme Diane Sauaia Holanda. Efeito neuroprotetor e antioxidante de Syzygium cumini (l.) Skeels e da miricetina na doença de parkinson em ratos. 2020. 141 f. Tese (Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia - RENORBIO/CCBS) - Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2020.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/tede/3102
Data de defesa: 7-Nov-2020
Appears in Collections:TESE DE DOUTORADO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA/RENORBIO

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
NaimeDianeSilva.pdfTese de Doutorado3,74 MBAdobe PDFDownload/Open Preview


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.