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dc.creatorLIMA, Talita Uchoa-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7798191332538365por
dc.contributor.advisor1LEAL, Plínio Cunha-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2150178332757393por
dc.contributor.referee1LEAL, Plínio Cunha-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2150178332757393por
dc.contributor.referee2LIMA, Fernando César Vilhena Moreira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7926405018339971por
dc.contributor.referee3ANDRADE, Marcelo Souza de-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6267637354657076por
dc.contributor.referee4CARTÁGENES, Maria do Socorro de Sousa-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/3013333572719007por
dc.contributor.referee5NASCIMENTO, Maria do Desterro Soares Brandão-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/3958174822396319por
dc.date.accessioned2019-11-20T18:22:28Z-
dc.date.issued2019-08-14-
dc.identifier.citationLIMA, Talita Uchoa. Efeito da música na melhoria da qualidade de vida em pacientes com câncer de mama em tratamento quimioterápico. 2019. 58 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Saúde do Adulto e da Criança/CCBS) - Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2019.por
dc.identifier.urihttps://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/tede/2919-
dc.description.resumoIntrodução: O câncer de mama é o tumor mais frequente entre as mulheres. Seu tratamento pode determinar efeitos adversos, que somado ao processo da doença pode trazer sentimentos de aflição e ansiedade. Dessa forma, vêm-se procurando medidas de qualidade de vida relacionadas à saúde, podendo a implementação de música trazer efeitos fisiológicos e que podem controlar sintomas do tratamento oncológico. Objetivo: verificar os efeitos do estímulo musical na redução de sintomas adversos em pacientes com câncer de mama em tratamento quimioterápico. Métodos: Ensaio clínico, randomizado, não encoberto, realizado em Hospitais de São Luís, entre outubro de 2017 e maio de 2019. Foram incluídas mulheres com câncer de mama em quimioterapia, acompanhados nos 3 primeiros ciclos do tratamento. As pacientes foram randomizadas nos grupos: GM (Grupo com música) e GC (Grupo Controle). A coleta consistiu em uma entrevista com dados: Sócio demográfico/econômico, Qualidade de Vida (World Health Organization Quality of Life – WHOQOL-bref), Inventário de Depressão de Beck – 2ª Ed (BDI-II), Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e Escala de Toxicidade em Quimioterapia – ETQ. As pacientes foram avaliadas em três fases: Fase Inicial (primeira sessão de quimioterapia), Fase intermediária (segunda sessão de quimioterapia) e Fase final (terceira sessão de quimioterapia). No GM a música foi aplicada com um aparelho MP3, uso de headphones, por um período de 30 minutos, antes da aplicação da quimioterapia; no GC não houve qualquer intervenção além do preenchimento dos questionários. Os dados analisados no SPSS (versão 22), por meio dos testes de: Shapiro Wilk , t de Student e qui quadrado à um nível de significância alfa igual ou inferior a 0,05. Resultados: Foram incluídas na pesquisa 23 pacientes e foram divididas nos dois grupos de avaliação. Os grupos são homogêneos quantos as características sócio-econômicas, clínicas e hábitos de vida. Foram observados maiores escores de qualidade de vida na escala funcional no GM em relação ao GC tanto na primeira sessão (17,2±1,2 vs 15,3±1.9, respectivamente), quanto na terceira sessão de quimioterapia (16,1±1,9 vs 14,4±1,9, respectivamente), p < 0,05. Os escores de depressão mostraram diferença estatisticamente significante entre os grupos na terceira sessão de quimioterapia (GM, 5,5±3,9 vs 21,1±6,6 pontos no CG). Os escores de ansiedade mostraram diferença estatisticamente significante entre os grupos na terceira sessão de quimioterapia (9,8±6,7 vs 20,3±10,1 nos grupos GM e GC, respectivamente). Não houve diferença estatística significante em relação aos efeitos adversos avaliados pela Escala de Toxicidade em Quimioterapia ao se comparar o GM e GC nas segunda e terceira sessões de quimioterapia. Quanto ao questionário de impressão subjetiva do sujeito, todos os oito pacientes do GM referiram mudanças positivas na vida com aplicação musical, sendo as mudanças citadas: melhora do humor (2 pacientes), motivação (2 pacientes), auto-confiança (2 pacientes), relacionamento (1 paciente) e autoestima (1 paciente). Não houve sintomas negativos referidos com a música. Todos os pacientes referiram melhora de cansaço ou fadiga (média de 7,12 em uma escala de 0 a 10), além de melhora do estresse (média de 7,87 em uma escala de 0 a 10). Conclusão: houve melhora nos escores de qualidade de vida, ansiedade e depressão, o que nos remete ao efeito positivo da música nos efeitos adversos do tratamento oncológico, revelando ser esta uma estratégia de baixo custo, simples e acessível no tratamento coadjuvante do paciente oncológico.por
dc.description.abstractIntroduction: Breast cancer is the most common tumor among women. Its treatment can determine adverse effects, which added to the disease process can bring feelings of distress and anxiety. Thus, health-related quality of life measures has been sought, and the implementation of music can bring physiological effects and may control symptoms of cancer treatment. Objective: To verify the effects of music stimulation on the reduction of adverse symptoms in breast cancer patients undergoing chemotherapy. Methods: Randomized, undercover clinical trial conducted in São Luís Hospitals between October 2017 and May 2019. Women with breast cancer undergoing chemotherapy, followed in the first 3 treatment cycles, were included. Patients were randomized into groups: GM (Music Group) and GC (Control Group). The collection consisted of an interview with data: Demographic / Economic Partner, Quality of Life (WHOQOL-bref), Beck Depression Inventory - 2nd Ed (BDI-II), Beck Anxiety Inventory (BAI) and Chemotherapy Toxicity Scale - ETQ. Patients were evaluated in three phases: Initial Phase (first chemotherapy session), Intermediate Phase (second chemotherapy session) and Final Phase (third chemotherapy session). In GM music was applied with an MP3 device, using headphones, for a period of 30 minutes, before the application of chemotherapy; In the CG there was no intervention beyond the completion of the questionnaires. The data analyzed in the SPSS (version 22), through the tests of: Shapiro Wilk, Student's t and chi square at an alpha significance level of 0.05 or less. Results: Twenty-three patients were included in the study and divided into two assessment groups. The groups are homogeneous in terms of socioeconomic, clinical characteristics and lifestyle habits. Higher quality of life scores on the GM functional scale were observed in relation to the CG both in the first session (17.2 ± 1.2 vs 15.3 ± 1.9, respectively) and in the third chemotherapy session (16.1 ± 1.9 vs 14.4 ± 1.9, respectively), p <0.05. Depression scores showed statistically significant differences between groups in the third chemotherapy session (GM, 5.5 ± 3.9 vs 21.1 ± 6.6 points in the CG). Anxiety scores showed a statistically significant difference between the groups in the third chemotherapy session (9.8 ± 6.7 vs 20.3 ± 10.1 in the GM and CG groups, respectively). There was no statistically significant difference regarding the adverse effects evaluated by the Chemotherapy Toxicity Scale when comparing the GM and CG in the second and third chemotherapy sessions. Regarding the subject's subjective impression questionnaire, all eight GM patients reported positive changes in life with musical application, and the changes mentioned were mood improvement (2 patients), motivation (2 patients), self-confidence (2 patients), relationship (1 patient) and self-esteem (1 patient). There were no negative symptoms reported with the music. All patients reported improvement in tiredness or fatigue (mean 7.12 on a scale from 0 to 10), as well as improvement in stress (average 7.87 on a scale from 0 to 10). Conclusion: there was an improvement in the quality of life, anxiety and depression scores, which brings us to the positive effect of music on the adverse effects of cancer treatment, revealing that this is a low cost, simple and affordable strategy in the adjunctive treatment of cancer patients.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Sheila MONTEIRO (sheila.monteiro@ufma.br) on 2019-11-20T18:22:28Z No. of bitstreams: 1 TALITA-LIMA.pdf: 470013 bytes, checksum: fad388847965cbcf4c40ef52ee0dd8b0 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2019-11-20T18:22:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TALITA-LIMA.pdf: 470013 bytes, checksum: fad388847965cbcf4c40ef52ee0dd8b0 (MD5) Previous issue date: 2019-08-14eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopor
dc.publisher.departmentDEPARTAMENTO DE MEDICINA I/CCBSpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFMApor
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE DO ADULTO E DA CRIANÇA/CCBSpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectCâncer de mamapor
dc.subjectMusicoterapiapor
dc.subjectPrática Integrativapor
dc.subjectQuimioterapiapor
dc.subjectBreast Cancereng
dc.subjectMusic therapyeng
dc.subjectIntegrative Practiceeng
dc.subjectChemotherapyeng
dc.subject.cnpqCiências da Saúdepor
dc.subject.cnpqCancerologiapor
dc.subject.cnpqMúsicapor
dc.titleEfeito da música na melhoria da qualidade de vida em pacientes com câncer de mama em tratamento quimioterápicopor
dc.title.alternativeEffect of music on improving quality of life in patients. with breast cancer on chemotherapy treatmenteng
dc.typeDissertaçãopor
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