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dc.creatorOLIVEIRA, Mariany Melo-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4443666507865086por
dc.contributor.advisor1GARCIA, João Batista Santos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0424234103760462por
dc.contributor.referee1MORAES, Érica Brandão de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2265220151524135por
dc.contributor.referee2SERRA, Jacira do Nascimento-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4831631346909667por
dc.contributor.referee3BEZERRA, Geusa Felipa de Barros-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4677586369876974por
dc.date.accessioned2017-10-04T19:49:22Z-
dc.date.issued2017-04-11-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Mariany Melo. Sobreviventes de linfoma não Hodgkin: agrupamento de sintomas e qualidade de vida. 2017. 125 f. Dissertação (Mestrado em Saúde do Adulto e da Criança) - Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2017.por
dc.identifier.urihttps://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/tede/1954-
dc.description.resumoIntrodução: O aumento progressivo de sobreviventes de Linfoma não Hodgkin (LNH) e os níveis inferiores de qualidade de vida (QV) vêm sendo acompanhados da ocorrência agrupada de sintomas difíceis. Também, a categorização de sobreviventes, a partir de características semelhantes, vem sendo apresentada como estratégia no seu cuidado. Objetivo: Analisar QV e agrupamento de sintomas em sobreviventes de LNH. Materiais e Métodos: Estudo transversal, com amostra não-probabilística, de 79 pacientes/sobreviventes acompanhados em ambulatórios especializados de oncohematologia. Foram utilizados as escalas EORTCQLQC30 (QV), a Escala de Fadiga de Piper Revisada-EFPR (fadiga), o Termômetro de Distress – TD (distress), o Questionário Mini-Sleep-QMS (distúrbio do sono) e a Escala Visual Analógica-EVA (dor), além de dados socioeconômicos, comportamentais e clínicos. Resultados: Os sobreviventes tinham em média 57,24 anos (dp=5,10), 70,88% tinha 50 anos ou mais, 53,16% eram do sexo masculino, e 65,82% tinham bom nível na Escala de Funcionalidade de Karnofsky (KPS). O tempo médio de diagnóstico foi de 3,29 anos (dp=3,67), 36,70% estavam em sobrevivência aguda, seguidos de sobrevivência estendida (24,05%) e de longo prazo (19,00%). A média global de QV foi elevada (73,12±18,93). Poucos relataram fadiga (18,31%). Mais da metade tinha alguma alteração do sono e presença de dor, 56,05% e 56,96%, respectivamente. A prevalência de distress foi bastante elevada (81,69%). 62,02% da amostra apresentava algum agrupamento de sintomas, sendo os mais prevalentes: distress-dordistúrbio do sono (20,25%), distress-dor (11,39%) e distress-dor-distúrbio do sono-fadiga (11,39%). Categorias de sobrevivência com doença ativa tiveram pior medida global de QV (p=0,0073) e pior desempenho de papeis (p=0,0005). Houve associação significante entre QV e categorias de sobrevivência (p=0,0397), com médias maiores entre as categorias em remissão. Os escores globais da QV foram mais elevados nos grupos com distress (p=0,0129) e com dor (p=0,0331), com diferenças significantes. Não foi encontrada associação significante entre grupos de sintomas selcionados e QV global. Conclusão: A média de QV global foi elevada. As categorias de sobrevivência mais prevalentes foram a aguda, seguida da estendida e da de longo prazo. Foi observada associação entre QV e categorias de sobrevivência, tendo as categorias em remissão apresentado melhores níveis de QV global. Foram encontradas diferenças entre as médias de QV nos grupos com distress e com dor. Os agrupamentos de sintomas estiveram presentes em mais da metade dos sobreviventes, sendo distress-dordistúrbio do sono o mais frequente. Não houve associação entre os principais agrupamentos de sintomas e a QV.por
dc.description.abstractIntroduction: The growing number of non-Hodgkin lymphoma (NHL) survivors and the lower quality of life (QoL) survivors have been accompanied by the clustering of difficult symptoms. Also, the categorization of survivors from similar characteristics, has been presented as a strategy in the care of this population. Objective: To analyze QoL and clustering of symptoms in NHL survivors. Methods: Cross-sectional study with a non-probabilistic, 79 patients / survivors followed up at a specialized oncohematology outpatient clinic. The EORTC-QLQC30 (QoL), the Revised Piper Fatigue Scale-RPFS (fatigue), the Distress Thermometer-DT (distress), the Mini-Sleep Questionnaire-MSQ (sleep disorders) and the Visual Analog ScaleVAS (pain), as well as socioeconomic, demographic and clinical data were used. Results: Survivors averaged 57,24 (SD = 5.10) years of age, 70.88% were 50 years old or older, 53,16% were males, and 65,82% had a good level of Karnofsky Performance Status Scale (KPS). The mean time since diagnosis was 3,29 years (SD = 3,67), 36,70% were in acute survival, followed by extended survival (24,05%) and long-term survival (19,00%). The overall mean QoL was high (73,12, SD=18,93). Few reported fatigue (18,31%). More than half reported some sleep disturbance and presence of pain, 56,05% and 56,96%, respectively. The prevalence of distress was quite high (81,69%). 62,02% of the sample reported some clustering of symptoms, the most prevalent: distress-pain-sleep disorder (20,25%), distress-pain (11,39%) e distress-pains-sleep disorder-fatigue (11,39%). Survival categories with active disease had worse overall QoL (p = 0.0073) and worse role performance (p = 0.0005). There was significant association between QoL and survival categories (p = 0.0397), with higher means among the categories in remission. Overall QoL scores were higher in the groups with distress (p = 0.0129) and pain (p = 0.0331). No significant association was found between the selected clusters of symptoms and global QoL. Conclusion: The means of QoL were high. The most prevalent survival categories were acute, followed by extended and long term. Association significant between QoL and survival categories was observed, and the categories in remission presented better overall QoL levels. Differences were found between the means of QoL in the distress and pain groups. Clusters of symptoms were present in more than half of the survivors. Distress-pain-sleep disorder was the most frequent. There was no association between the main clusters of symptoms and QoL.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Rosivalda Pereira (mrs.pereira@ufma.br) on 2017-10-04T19:49:22Z No. of bitstreams: 1 MarianyOliveira.pdf: 2011433 bytes, checksum: 0c698b1c9b1cd49abde1a5c6be92d253 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-10-04T19:49:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MarianyOliveira.pdf: 2011433 bytes, checksum: 0c698b1c9b1cd49abde1a5c6be92d253 (MD5) Previous issue date: 2017-04-11eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopor
dc.publisher.departmentDEPARTAMENTO DE MEDICINA II/CCBSpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFMApor
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE DO ADULTO E DA CRIANÇA/CCBSpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectSobrevivênciapor
dc.subjectLinfoma não Hodgkinpor
dc.subjectQualidade de Vidapor
dc.subjectFadigapor
dc.subjectEstresse Psicológicopor
dc.subjectDistúrbios do Início e da Manutenção do Sonopor
dc.subjectDorpor
dc.subjectSurvivaleng
dc.subjectNon-Hodgkin Lymphomaeng
dc.subjectQuality of Lifeeng
dc.subjectFatigueeng
dc.subjectPsychological Stresseng
dc.subjectSleep Initiation and Maintenance Disorderseng
dc.subjectPaineng
dc.subject.cnpqCiências da Saúdepor
dc.titleSobreviventes de linfoma não Hodgkin: agrupamento de sintomas e qualidade de vidapor
dc.title.alternativeNon-Hodgkin Lymphoma Survivors: Grouping of Symptoms and Quality of Lifeeng
dc.typeDissertaçãopor
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