???item.export.label??? ???item.export.type.endnote??? ???item.export.type.bibtex???

Please use this identifier to cite or link to this item: https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/tede/1403
Tipo do documento: Dissertação
Título: O romance como antídoto em Jean-Jacques Rousseau
Título(s) alternativo(s): The novel as antidote in Jean-Jacques Rousseau
Autor: Silva, Priscila de Oliveira 
Primeiro orientador: FAÇANHA, Luciano da Silva
Resumo: Foi na obra Discurso sobre as ciências e as artes que Rousseau fez o diagnóstico da sociedade do século XVIII: degenerada e corrompida. Na obra, Rousseau contrariao otimismo iluminista, no qual se acreditava que a Razão era o fio condutor que levaria a humanidade ao ápice do progresso moral e científico, e dá continuidade ao movimento iniciado pelo Renascimento, utilizando o conhecimento racional contra a ignorância, a superstição e a crença. Rousseau aponta vários sintomas que ilustram o nível de corrupção da sociedade, sendo um deles a utilização da linguagem na convenção social. Entretanto, entre suas obras está a publicação do romance Júlia ou a Nova Heloísa, em que, no Prefácio a Narciso, o filósofo se posiciona sobre a acusação de contrariar os próprios princípios, ou seja, ele se utiliza da própria escrita que critica, pois tudo indica que há uma justificativa moral, que é proteger os povos da corrupção alcançada. Nesse sentido, procuramos investigar primeiramente o surgimento e ascensão do romance dentro de uma perspectiva histórica e epistemológica, em contraposição à estética clássica. Depois, investigamos a criatividade e a originalidade de Rousseau no Pré-romantismo. Em seguida, remontamos a trajetória da humanidade corrompida, feita por Rousseau na obra Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, bem como a trajetória da história da língua até a linguagem, na obra Ensaio sobre a origem das línguas. Finalmente, tratamos de analisar o suposto paradoxo de Rousseau, de como ele, um crítico das letras, também se tornou um escritor de romance, e como a linguagem do romance é capaz de preservar os povos numa sociedade já corrompida.
Abstract: Jean-Jacques Rousseau, despite living in the 18th century, it is different from their contemporaries by not look with optimism that the Enlightenment, considered the centuries of Lights, brought to society. As for the intellectual community the society came to an apex of moral progress and scientific developments with the Enlightenment Having as basic principle the reason, continuing the movement started by the Renaissance, that is, to use the rational knowledge against ignorance, superstition and belief. Rousseau says in his work entitled The Discourse on the sciences and the arts that science, the arts and letters alienate man from his natural state, and stifle their freedom. However, soon the philosopher is accused of contradiction, because even cursing the letters, launches the novel Julia or the New Heloise under the pretext of writing it with the end moral of protecting the readers of a society corrupted. The critique of the Rousseau was also for another reason: the novel was seen as a narrative frivolous and immoral because it is a tale of fiction, and as contrary to the rational order and the canons Aristotelian. In this way, it was necessary to analyze the emergence and the rise of the narrative romance within a cultural landscape and epistemological in contrast to classical aesthetics. Next, we investigated the entry and the originality of Rousseau in romanticism and the fracture with the classical aesthetic. Subsequently, we trace the trajectory of humanity corrupted by Rousseau in the discourse on the origin and the inequality between men, as well as the trajectory of the history of language until the language in the essay on the origin of languages, these two concepts of philosophy rousseauniana. And, finally, we tried to investigate the alleged paradox of Rousseau, like him, a critic of the letters, also be a writer of romance, and with the moral justification to retain people.
Palavras-chave: Rousseau
Razão
Linguagem
Romance
Moral
Reason
Language
Romance
Área(s) do CNPq: Literaturas Estrangeiras Modernas
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal do Maranhão
Sigla da instituição: UFMA
Departamento: DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA E ANTROPOLOGIA/CCH
Programa: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CULTURA E SOCIEDADE/CCH
Citação: SILVA, Priscila de Oliveira. O romance como antídoto em Jean-Jacques Rousseau. 2017. 91 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade) - Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2017.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: http://tedebc.ufma.br:8080/jspui/handle/tede/1403
Data de defesa: 30-Jan-2017
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO DE MESTRADO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CULTURA E SOCIEDADE (PGCULT) MESTRADO INTERDISCIPLINAR

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
PriscilaSilva.pdfDissertação709,7 kBAdobe PDFDownload/Open Preview


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.