@MASTERSTHESIS{ 2018:215550382, title = {Efeitos da utilização da plataforma oscilante/vibratória em pacientes no pós-operatório de cirurgia cardíaca: ensaio clínico controlado randomizado}, year = {2018}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/tede/2465", abstract = "Pacientes submetidos à cirurgia cardíaca apresentam prejuízo nos parâmetros funcionais, incluindo função pulmonar, força muscular respiratória e periférica e capacidade funcional. Exercícios de vibração de corpo inteiro (EVCI) foram estudados em várias condições clínicas e demonstraram benefícios em sistemas músculo-esqueléticos e respiratórios. No entanto, os efeitos dos EVCI na reabilitação cardíaca, especialmente na fase I, permanecem desconhecidos. Investigar os efeitos da adição do EVCI quando associado à um protocolo de fisioterapia convencional sobre a capacidade funcional, força muscular respiratória e periférica e função pulmonar em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Trinta pacientes que foram submetidos a cirurgia cardíaca foram randomizados para grupo de vibração (EVCI, n = 15) ou grupo controle (Controle, n = 15). Ambos os grupos receberam o mesmo protocolo de fisioterapia durante a fase I da reabilitação cardíaca, após a alta da Unidade de Terapia Intensiva (exercícios para membros, caminhada e fisioterapia respiratória). O grupo de vibração recebeu adicionalmente duas sessões diárias de EVCI. Os pacientes foram posicionados em bipedestação e orientados a realizar um agachamento de 15º com as mãos apoiadas na plataforma. Inicialmente, realizaram três séries de 1 min (por 1 min de descanso) a 5 Hz e 8 mm de amplitude pico a pico, duas vezes ao dia. A cada dia, as sessões foram aumentadas em um conjunto e a frequência em 1 Hz, atingindo no máximo sete séries de 1 min e 9 Hz, no 7º dia de pós-operatório. Ambos os grupos foram avaliados no pré-operatório e no 7º dia de pós-operatório, por meio de: (i) função pulmonar, por espirometria; (ii) força muscular respiratória, por manovacuometria; (iii) força muscular periférica, pelo dinamômetro de preensão manual; (iv) capacidade funcional, pelo teste Timed Up and Go (TUG). Para as análises estatísticas foram aplicados os testes de Shapiro-Wilk, Mann-Whitney, d de cohen, t de Student, t de Student pareado e o teste exato Fisher. Resultados com p <0,05 foram considerados significativos. O EVCI induziu a manutenção da capacidade vital forçada [71 (61; 79)% vs. 53 (51; 65)% p = 0,12] e pico de fluxo expiratório [232 (143; 374) L / min vs. 247 (180; 280 ) L / min, p = 0,97]; pressão inspiratória máxima (Pimáx) [- 70 (-62; -109) cmH2O vs. -61 (- 47; -79) cmH2O, p = 0,16] e pressão expiratória máxima (Pemáx) [73 (54; 85) cmH2O vs. 64 (57; 72 ) cmH2O, p = 0,15]; força de preensão manual [mão dominante - 26 (24; 31) kgf vs. 24 (19; 33) kgf, p = 0,18; mão não-dominante [- 22 (19; 29) kgf vs. 21 (17; 26) kgf, p = 0,27]; e capacidade funcional [10 (9; 13) segundos vs. 12 (8; 13) segundos, p = 0,31]. O grupo controle apresentou piores valores dos desfechos avaliados conforme o esperado, considerando a disfunção relacionada aos procedimentos cirúrgicos cardíacos. A inclusão da plataforma oscilante/vibratória a um protocolo de fisioterapia após cirurgia cardíaca promoveu respostas fisiológicas que contribuem para a manutenção da função pulmonar, da força muscular respiratória e periférica e da capacidade funcional.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE/CCBS}, note = {DEPARTAMENTO DE MEDICINA II/CCBS} }