@MASTERSTHESIS{ 2026:266910046, title = {Territorialidades de professoras Afrouniversitárias: entre relações de gênero, raça e mobilidade social}, year = {2026}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/7198", abstract = "O presente trabalho integra o Projeto de Pesquisa "Professoras Afrodescendentes no Magistério Superior: Vozes Epistêmicas" e questiona de que maneira mulheres negras, oriundas de periferias urbanas e atuantes na docência da Educação Superior na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), especialmente no curso de Educação Física, têm ocupado esses espaços de prestígio social com suas territorialidades periferizadas e interseccionadas pelas dimensões de raça, gênero e mobilidade social. O objetivo geral desta pesquisa é analisar as territorialidades periferizadas de professoras afrouniversitárias, interseccionadas pelas dimensões de raça, gênero e mobilidade social, que atravessam seu percurso no Magistério Superior. Para tanto, propõem-se como objetivos específicos: analisar os estudos sobre a presença da mulher negra no Magistério Superior brasileiro, em particular na UFMA (Cidade Universitária Dom Delgado, em São Luís/MA); compreender suas territorialidades periferizadas no âmbito do curso de Educação Física (UFMA); e enunciar as conquistas, possibilidades e desafios presentes nessas territorialidades. Metodologicamente, a pesquisa possui abordagem qualitativa ancorada em perspectivas afrocentradas ontoepistêmicas, utilizando-se de produção de narrativas em Roda de Diálogo, levantamento bibliográfico e estudo do tipo Estado da Questão. O estudo enfatiza as estratégias de resistência e as maneiras de criar lugares de agência no território acadêmico, dialogando teoreticamente com autores como Guacira Louro (2004), Fúlvia Rosemberg (2013), Heleieth Saffioti (1987), Lélia Gonzalez (2020), Sueli Carneiro (2023), bell hooks (1995), Milton Santos (2006), David Harvey (2008), Tiaraju D’Andrea (2020), Molefi Kete Asante (2009), Silvio Almeida (2019). As narrativas dessas docentes demonstram que suas vivências não podem ser compreendidas apenas pela lógica da vulnerabilidade social, mas sobretudo pela potência de suas ações políticas, pedagógicas e epistemológicas, as quais ressignificam o território acadêmico e afirmam a presença de mulheres negras como produtoras de conhecimento, memória e transformação societária.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO/CCSO}, note = {DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO I/CCSO} }