@MASTERSTHESIS{ 2025:1688766808, title = {Sobreposição entre a área de vida do boto-cinza (Sotalia guianensis) e os estressores antrópicos na baía de Sepetiba, Rio de Janeiro, Brasil.}, year = {2025}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/7092", abstract = "No atual contexto do Antropoceno, a crescente pressão dos múltiplos estressores antrópicos estão cada vez mais impactando os ecossistemas costeiros e marinhos. O botocinza (Sotalia guianensis), espécie chave e indicadora da saúde ambiental, é particularmente afetado por essas pressões na baía de Sepetiba, litoral sul do estado do Rio de Janeiro, Brasil. O estudo teve como objetivo determinar a área de vida do botocinza e sua relação com estressores antrópicos na baía. A área de vida é um importante parâmetro ecológico pois representa as atividades diárias dos indivíduos e foi calculada por meio do Método do Mínimo Polígono Convexo (MPC), e a sobreposição com zonas de atividade humana foi estimada em SIG. Foram feitas 77 saídas de campo entre 2006 e 2007, contabilizando num total de 261,37h de esforço amostral. Durante esse tempo foram foto-identificados 59 indivíduos, dentre os quais 48 indivíduos foram recapturados em mais de três dias de esforço de amostragem. Destes, 9 possuíam informações das posições geográficas de cada recaptura. Os resultados revelaram que as áreas de vida variaram entre 19,14 km² e 73,97 km², com uma média de 42,60 ± 16,24 km², e sobreposição de 7,85% a 20,60% com estressores antrópicos, especialmente canais de navegação e áreas de fundeio. Isso indica que os botos utilizam regiões estratégicas para alimentação, mesmo em áreas de alto tráfego, expondo-se a riscos como colisões, poluição sonora e contaminação química. Concluiu-se que, embora a Área de Proteção Ambiental (APA) do boto-cinza tenha potencial para conservação, sua eficácia é limitada pela intensificação das atividades humanas.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA AMBIENTAL}, note = {COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PESCA PINHEIRO/CCHNST} }