@MASTERSTHESIS{ 2026:1630332333, title = {Desenvolvimento e estabilidade de bebidas probióticas vegetais como estratégia de valorização da biodiversidade brasileira}, year = {2026}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/7011", abstract = "O aumento da demanda por alimentos saudáveis tem estimulado o desenvolvimento de bebidas vegetais probióticas elaboradas a partir de matérias-primas regionais. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo otimizar as formulações e avaliar a estabilidade de bebidas probióticas de coco babaçu e mistas de coco babaçu e caju, de baixa caloria, visando à valorização da biodiversidade brasileira. Foram elaboradas bebidas contendo apenas coco babaçu e bebidas adicionadas de 13,9% de polpa de caju, com pH inicial ajustado para 5,6. A fermentação foi conduzida por 8 horas a 30 °C utilizando Lacticaseibacillus casei. Como etapa preliminar, realizou-se uma pesquisa online com participantes para avaliar a atitude do consumidor, empregando associação livre de palavras, escala hedônica e intenção de compra. Em seguida, foi conduzido grupo focal com consumidores habituais de bebidas fermentadas, a fim de identificar preferências e auxiliar na definição das concentrações de baunilha e dulçor. Após essa etapa, foram definidos os tratamentos: T1 – bebida probiótica de coco babaçu com baunilha; T2 – bebida probiótica de coco babaçu com baunilha e goma xantana; T3 – bebida mista de coco babaçu e caju; T4 – bebida mista de coco babaçu e caju com goma xantana; todas acrescidas de 6% de xilitol. A aceitação sensorial foi realizada com julgadores não treinados por meio de escala hedônica, escala do ideal, aplicação do Check-All-That-Apply (CATA) e intenção de compra. Também foram avaliadas no dia 0 e dia 42 a viabilidade do Lacticaseibacillus casei, pH, cor, perfil de ácidos graxos, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico, composição mineral, compostos fenólicos e atividade antioxidante, viscosidade aparente e sedimentação. A fim de avaliar as características sensoriais após o armazenamento de 42 dias, utilizou-se o método de perfil flash. Para os atributos sensoriais avaliados por meio da escala hedônica, as médias dos tratamentos com bebidas probióticas de coco babaçu e baunilha variaram entre 6,75 e 7,52. Já as bebidas mistas contendo coco babaçu e caju apresentaram médias entre 6,12 e 6,95, valores que indicam aceitação sensorial positiva. Após o armazenamento refrigerado a 4 °C por 42 dias, observou-se viabilidade do microrganismo variando de 7,91 Log UFC/mL (T1) a 8,44 Log UFC/mL (T4). A adição de caju resultou em maior teor de compostos bioativos e maior atividade antioxidante, enquanto a goma xantana proporcionou aumento da viscosidade e melhor estabilidade da sedimentação. Conclui-se que as bebidas mistas de coco babaçu e caju evidenciaram o potencial da combinação entre matérias-primas da biodiversidade brasileira para a criação de produtos inovadores.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE E TECNOLOGIA}, note = {COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS/COEA} }