@MASTERSTHESIS{ 2026:129324800, title = {Anotação química e potencial antiproliferativo dos extratos metanólicos e frações das folhas e flores de Parkia platycephala (Fabaceae)}, year = {2026}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/6876", abstract = "O Maranhão abriga uma das mais ricas e diversificadas biodiversidades do Brasil, resultado de sua posição geográfica singular, onde biomas como Amazônia, Cerrado e Caatinga se encontram. Essa confluência ecológica favorece a ocorrência de espécies vegetais ainda pouco exploradas quanto ao seu potencial químico e biológico. Nesse contexto, o presente trabalho investigou o perfil químico e o potencial antiproliferativo dos extratos e frações das folhas e flores de Parkia platycephala, espécie endêmica do Cerrado pertencente à família Fabaceae. Os extratos metanólicos das folhas (EBFL) e flores (EBFR) foram submetidos à partição líquido-líquido, gerando as frações hexânica (FHFL; FHFR) e acetato de etila (FAFL; FAFR). A análise dos extratos por Cromatografia Líquida acoplada à Espectrometria de Massas com ionização por eletrospray e analisador de armadilha de íons (LC-ESI-IT/MS) permitiu a anotação de metabólitos da classe dos compostos fenólicos. Foram anotadas putativamente moléculas das classes dos derivados do ácido chiquímico, flavonoides, proantocianidinas e lignanas, essas últimas possivelmente ainda não relatadas no gênero Parkia. A atividade citotóxica foi avaliada pelo ensaio MTT (brometo de 3-(4,5-dimetil-2-tiazolil)-2,5-difenil-2H- tetrazólio) frente a cinco linhagens tumorais humanas (A549, PC–3, HT–29, BxPC–3 e MCF– 7) e uma linhagem não tumoral (HPrEpiC), para determinação da Concentração inibitória 50% (do inglês, IC50) e do Índice de Seletividade (IS). Os resultados revelaram que os extratos brutos foram inativos nas concentrações testadas, enquanto as frações FHFL e FAFL exibiram valores de IC50 entre 8,4 e 50 μg/mL. Destacaram-se a atividade antiproliferativa (IC50= 8,4 μg/mL) e alta seletividade (IS = 11,90) da FHFL frente à linhagem MCF–7. As frações das flores (FHFR e FAFR) demonstraram atividade frente à BxPC–3, porém com elevada toxicidade em células não tumorais (IS < 1). Os dados indicam que o fracionamento concentrou os compostos bioativos e que as folhas de P. platycephala constituem uma fonte promissora de biomoléculas seletivas, reforçando o potencial biofarmacológico da espécie para o desenvolvimento de novos agentes antitumorais.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA/CCET}, note = {DEPARTAMENTO DE QUÍMICA/CCET} }