@MASTERSTHESIS{ 2026:1595465961, title = {Planejamento de ensino: percepções e práticas de professores dos anos finais do ensino fundamental}, year = {2026}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/6862", abstract = "Esta dissertação trata sobre Planejamento de Ensino: percepções e práticas de Professores nos Anos Finais do Ensino Fundamental, foi elaborada e construída em uma instituição pública na modalidade de ensino regular e se estendeu a agência de inovação, empreendedorismo, pesquisa, pós-graduação e internacionalização centro de ciências de imperatriz programa de pós-graduação em educação e práticas educativas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) como nosso objeto de estudo. Nessa direção, objetivamos, analisar as percepções pedagógicas adotadas por professores sobre Planejamento de Ensino e as implicações decorrentes dessas percepções no processo de ensino e aprendizagem. Nessa direção, objetivamos, neste estudo, analisar as percepções adotadas por professores sobre Planejamento de Ensino e as implicações decorrentes dessas percepções no processo de Ensino e Aprendizagem. Para tanto, utilizamos a Teoria Histórico-Cultural de Vigotski como base teórica, partindo do pressuposto de o Planejamento de Ensino como uma atividade humana deliberada, intermediária e transformadora é essencial promover a humanização por meio da educação. Metodologicamente, o estudo se desenvolveu por meio de uma abordagem qualitativa que nos permitiu articular com diferentes técnicas para a coleta de dados como observação sistemática, análise documental (Projetos Político-Pedagógicos e planos de ensino) e entrevista estruturada, que trouxe para esta pesquisa as percepções de Planejamento de Ensino dos quatro professores participantes. A análise dos dados que desenvolvemos têm referência a Teoria da Atividade de Leontiev e pressupostos dialéticos que sustentam a relação teoria/prática. Determinamos que, em sua maioria, as percepções pedagógicas que orientam o Planejamento de Ensino são híbridas. Identificamos uma visão burocrático-utilitária, na qual o planejamento é um requisito formal, e uma visão eclética, que mescla de forma acrítica aspectos da visão histórico-cultural e perspectivas tecnicistas baseadas na BNCC e DCTMA. A partir de sua posição, o discurso pedagógico desta escola, enraizado em uma perspectiva crítico-social, torna-se irrelevante para os professores, levando a uma cisão entre a prática da teoria e as práticas reais. Essas percepções têm sérias implicações, pois uma lógica instrumental e burocrática permeia todas as áreas do planejamento, esvaziando-o do modo formativa, tornando-o nada mais do que o mais recente papel burocrático, e assim enfraquecendo a mediação do conhecimento científico. Esse isolamento compromete a intencionalidade educativa e contribui para a alienação da atividade docente, à medida que o professor se torna um implementador do currículo e o aluno se torna o receptor de informações. Como Material de Aprendizagem, foi produzido um Manual Pedagógico para repensar o Planejamento de Ensino como um instrumento de mediação da relação entre os indivíduos sendo uma prática intencional e reflexiva, expressando teoria e prática à luz da Teoria Histórico-Cultural. O conteúdo busca fomentar a formação continuada de professores e facilitar uma prática crítica, intencional e emancipatória. Sugere-se que o Planejamento de Ensino deva ser reconhecido como um eixo central da prática docente e uma ferramenta de mudança social. Ressignificá-lo significa superar essa alienação do trabalho escolar e reconhecer o papel humanizador da escola, dedicada à formação integral dos indivíduos e à democratização do conhecimento.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO E PRÁTICAS EDUCATIVAS - PPGEPE}, note = {DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO II/CCSO} }