@MASTERSTHESIS{ 2026:1002522500, title = {EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA E A EDUCAÇÃO INFANTIL: Construção da identidade racial a partir das práticas pedagógicas dos(as) professores(as) da Escola U.E. José Ribamar Fontoura}, year = {2026}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/6851", abstract = "A presente pesquisa, intitulada EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA E A EDUCAÇÃO INFANTIL: construção da identidade racial a partir das práticas pedagógicas dos(as) professores(as) da Escola U.E. José Ribamar Fontoura, tem como problema como as práticas pedagógicas na Educação Infantil dessa escola quilombola podem fortalecer a construção da identidade racial das crianças. O estudo tem como objetivo geral analisar como as práticas pedagógicas contribuem para a construção da identidade racial das crianças quilombolas, culminando na elaboração de um guia pedagógico. que oriente os(as) docentes no desenvolvimento de atividades culturais quilombolas em sala de aula. Parte do pressuposto de que a escola, enquanto espaço de formação identitária, deve valorizar os saberes e tradições quilombolas desde a primeira infância, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola e a Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira na educação básica. A primeira seção, correspondente à introdução, apresenta o contexto da pesquisa, justificando sua relevância social e acadêmica, além de delimitar os objetivos gerais e específicos. Também descreve os procedimentos metodológicos adotados, que incluem a pesquisa qualitativa, pesquisa aplicada, entrevistas com professoras, gestor e comunidade, atividade pedagógica com as crianças de 4 e 5 anos e a observação das práticas pedagógicas na escola. A segunda seção discute a Educação Infantil, destacando seu histórico e papel no desenvolvimento integral da criança, com base em autoras(es) como Brandão (1981) e Gomes (2012). Aborda a Educação Escolar Quilombola, analisando seus marcos legais e os desafios de sua implementação, com aporte teórico consubstanciada em Munanga (2004) e Cavalleiro (2014). Explora a relação entre infância, identidade e cultura quilombola, defendendo uma pedagogia que valorize a ancestralidade e os saberes tradicionais. A terceira seção aborda a formação e o papel do(a) professor(a) na promoção da identidade racial, discutindo estratégias para incorporar a cultura quilombola ao currículo da Educação Infantil. Analisa os desafios enfrentados, como a carência de recursos e a necessidade de formação continuada, bem como apresenta experiências exitosas que podem servir de inspiração. A quarta seção caracteriza a escola pesquisada, descrevendo o contexto comunitário e suas práticas pedagógicas. Também detalha a metodologia da investigação, com ênfase nos instrumentos de coleta de dados e na técnica de na análise de conteúdo com base em Bardin (2010), além de apresentar o produto educacional desenvolvido: um guia pedagógico com orientações e atividades práticas voltadas para professores(as) da Educação Infantil. E, por fim, a quinta seção, intitulada considerações finais, sintetiza as conclusões da pesquisa, reafirmando o papel das práticas pedagógicas para a formação identitária na primeira infância quilombola.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ENSINO DA EDUCAÇÃO BÁSICA}, note = {DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO I/CCSO} }