@MASTERSTHESIS{ 2025:1782831993, title = {Oralidade em inglês na escola pública: entre condições reais, crenças e práticas de resistência a partir do gênero vídeo-minuto}, year = {2025}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/6681", abstract = "Considerando que o aprendizado do inglês, como língua franca, funcione como veículo para a construção de uma globalização que considere os interesses de seus falantes, possibilitando o acesso do aprendiz a discursos sobre o mundo e sobre quem são ou podem ser, permitindo assim, que ele possa interagir com diferentes culturas e sociedades não só absorvendo-as, mas, expondo ao mundo seus próprios discursos, é que esta pesquisa tem como objetivo problematizar o desenvolvimento da competência da oralidade em língua inglesa de estudantes de escolas públicas de Santa Luzia-MA. A partir da aplicação de uma Sequência Didática (SD) que resultou em vídeos-minutos que proporcionava o uso da língua inglesa, o presente estudo parte do pressuposto de que o ensino de oralidade em língua estrangeira é um problema na escola pública brasileira. A sequência foi pensada a partir das reflexões de Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004) e é articulada a partir de tecnologias digitais (Moran, 2007, Kenski, 2007 e Abrantes 2021). A produção do gênero vídeo-minuto por alunos do 6º e 9º ano foi realizada considerando um ciclo colaborativo entre pesquisador e participantes e pretendeu responder ao questionamento: De que maneira o uso de uma SD que combina recursos tecnológicos digitais, por meio da produção de um vídeo-minuto no aplicativo CapCut, pode desafiar as limitações estruturais do ensino de língua inglesa em escolas públicas brasileiras e promover o desenvolvimento da competência oral de forma equitativa e significativa, além de proporcionar uma mentalidade crítica acerca do inglês no mundo? Para tanto, o trabalho toma como pressuposto teórico e metodológico a Linguística Aplicada na perspectiva de Moita Lopes (1996, 2006 e 2011), Fabrício (2006), Pennycook (2006), Kumaravadivelu (2006), entre outros, da mesma forma que consideramos a perspectiva crítica em Rajagopalan (2003) e Mattos (2018). Ao longo da aplicação da SD, buscamos a assunção de uma postura dissidente da tradição teórica, em que consideramos, sobretudo, sujeitos e competências marginalizados: estudantes de escolas públicas e a oralidade. Desse modo, como design metodológico utilizamos a Pesquisa-ação (ciclo de Burns de 2015, apud Paiva, 2009). Esse método, com o ciclo colaborativo entre participantes e pesquisador (Dois professores e 60 alunos - uma turma do 6º ano e uma turma do 9º ano do ensino fundamental de diferentes escolas públicas de Santa Luzia - MA) revelaram não a visão de fora, do pesquisador, mas de dentro, a partir de seus participantes. Dessa maneira, alguns diagnósticos criados a partir da pesquisa de campo justificaram a necessidade da pesquisa nessa área, como: o privilégio dado à escrita, carga horária de língua inglesa reduzida, o elevado número de alunos com diferentes níveis de proficiência por sala de aula, a escassez/ausência de recursos didáticos para a aprendizagem e as lacunas na formação de professores. A análise dos dados reforça a importância das reflexões para o desenvolvimento de uma postura crítica/indisciplinar frente aos desafios de ensino e aprendizagem da oralidade em língua inglesa por alunos e professores de escolas públicas.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS - Campus Bacabal}, note = {DEPARTAMENTO DE LETRAS/CCH} }