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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMACHADO, Thalison de Sousa-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9694401022885228por
dc.contributor.advisor1PEREIRA, Ana Lucia Fernandes-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7841826430721579por
dc.contributor.referee1PEREIRA, Ana Lucia Fernandes-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7841826430721579por
dc.contributor.referee2ABREU, Virgínia Kelly Gonçalves-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8557075957484486por
dc.contributor.referee3MENDES, Ana Erbênia Pereira-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2097424537744563por
dc.date.accessioned2026-05-26T17:31:35Z-
dc.date.issued2026-03-27-
dc.identifier.citationMACHADO, Thalison de Sousa. Desenvolvimento e estabilidade de bebidas probióticas vegetais como estratégia de valorização da biodiversidade brasileira. 2026. 14 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Saúde e Tecnologia) - Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz, 2026.por
dc.identifier.urihttps://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/7011-
dc.description.resumoO aumento da demanda por alimentos saudáveis tem estimulado o desenvolvimento de bebidas vegetais probióticas elaboradas a partir de matérias-primas regionais. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo otimizar as formulações e avaliar a estabilidade de bebidas probióticas de coco babaçu e mistas de coco babaçu e caju, de baixa caloria, visando à valorização da biodiversidade brasileira. Foram elaboradas bebidas contendo apenas coco babaçu e bebidas adicionadas de 13,9% de polpa de caju, com pH inicial ajustado para 5,6. A fermentação foi conduzida por 8 horas a 30 °C utilizando Lacticaseibacillus casei. Como etapa preliminar, realizou-se uma pesquisa online com participantes para avaliar a atitude do consumidor, empregando associação livre de palavras, escala hedônica e intenção de compra. Em seguida, foi conduzido grupo focal com consumidores habituais de bebidas fermentadas, a fim de identificar preferências e auxiliar na definição das concentrações de baunilha e dulçor. Após essa etapa, foram definidos os tratamentos: T1 – bebida probiótica de coco babaçu com baunilha; T2 – bebida probiótica de coco babaçu com baunilha e goma xantana; T3 – bebida mista de coco babaçu e caju; T4 – bebida mista de coco babaçu e caju com goma xantana; todas acrescidas de 6% de xilitol. A aceitação sensorial foi realizada com julgadores não treinados por meio de escala hedônica, escala do ideal, aplicação do Check-All-That-Apply (CATA) e intenção de compra. Também foram avaliadas no dia 0 e dia 42 a viabilidade do Lacticaseibacillus casei, pH, cor, perfil de ácidos graxos, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico, composição mineral, compostos fenólicos e atividade antioxidante, viscosidade aparente e sedimentação. A fim de avaliar as características sensoriais após o armazenamento de 42 dias, utilizou-se o método de perfil flash. Para os atributos sensoriais avaliados por meio da escala hedônica, as médias dos tratamentos com bebidas probióticas de coco babaçu e baunilha variaram entre 6,75 e 7,52. Já as bebidas mistas contendo coco babaçu e caju apresentaram médias entre 6,12 e 6,95, valores que indicam aceitação sensorial positiva. Após o armazenamento refrigerado a 4 °C por 42 dias, observou-se viabilidade do microrganismo variando de 7,91 Log UFC/mL (T1) a 8,44 Log UFC/mL (T4). A adição de caju resultou em maior teor de compostos bioativos e maior atividade antioxidante, enquanto a goma xantana proporcionou aumento da viscosidade e melhor estabilidade da sedimentação. Conclui-se que as bebidas mistas de coco babaçu e caju evidenciaram o potencial da combinação entre matérias-primas da biodiversidade brasileira para a criação de produtos inovadores.por
dc.description.abstractThe growing demand for healthy foods has stimulated the development of probiotic plant-based beverages made from regional raw materials. In this context, the present study aimed to optimize the formulations and evaluate the stability of low-calorie probiotic beverages made from babassu coconut and mixed babassu coconut and cashew, promoting the valorization of Brazilian biodiversity. Beverages containing only babassu coconut and beverages supplemented with 13.9% cashew pulp were produced, with the initial pH adjusted to 5.6. Fermentation was carried out for 8 hours at 30 °C using Lacticaseibacillus casei. As a preliminary step, an online survey was conducted with participants to assess consumer attitudes, using word association, a hedonic scale, and purchase intention. Subsequently, a focus group was conducted with regular consumers of fermented beverages to identify preferences and assist in defining vanilla concentration and sweetness levels. After this stage, the following treatments were defined: T1 – babassu coconut probiotic beverage with vanilla; T2 – babassu coconut probiotic beverage with vanilla and xanthan gum; T3 – mixed babassu coconut and cashew beverage; T4 – mixed babassu coconut and cashew beverage with xanthan gum; all formulations were supplemented with 6% xylitol. Sensory acceptance was evaluated by untrained panelists using a hedonic scale, Just-About-Right (JAR) scale, Check-All-That-Apply (CATA), and purchase intention. On day 0 and day 42, the following parameters were analyzed: Lacticaseibacillus casei viability, pH, color, fatty acid profile, thiobarbituric acid reactive substances (TBARS), mineral composition, phenolic compounds and antioxidant activity, apparent viscosity, and sedimentation index.To assess sensory characteristics after 42 days of storage, the Flash Profile method was applied. For the sensory attributes evaluated using the hedonic scale, the mean scores for babassu coconut and vanilla probiotic beverages ranged from 6.75 to 7.52. The mixed beverages containing babassu coconut and cashew showed mean scores ranging from 6.12 to 6.95, indicating positive sensory acceptance. After refrigerated storage at 4 °C for 42 days, microbial viability ranged from 7.91 Log CFU/mL (T1) to 8.44 Log CFU/mL (T4). The addition of cashew resulted in a higher content of bioactive compounds and greater antioxidant activity, while xanthan gum increased viscosity and improved sedimentation stability. It can be concluded that mixed babassu coconut and cashew beverages demonstrate the potential of combining raw materials from Brazilian biodiversity to create innovative products.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Jonathan Sousa de Almeida (jonathan.sousa@ufma.br) on 2026-05-26T17:31:35Z No. of bitstreams: 1 THALISON_MACHADO.pdf: 271721 bytes, checksum: 5295c394fae5dcc1dd515076d4ab5dc4 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-05-26T17:31:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 THALISON_MACHADO.pdf: 271721 bytes, checksum: 5295c394fae5dcc1dd515076d4ab5dc4 (MD5) Previous issue date: 2026-03-27eng
dc.description.sponsorshipCAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopor
dc.publisher.departmentCOORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS/COEApor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFMApor
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE E TECNOLOGIApor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectbebidas funcionais;por
dc.subjectfontes regionais;por
dc.subjectgrupo foco;por
dc.subjectcheck-all-that-apply.por
dc.subjectfunctional beverages;eng
dc.subjectregional sources;eng
dc.subjectfocus group;eng
dc.subjectcheck-all-that-apply.eng
dc.subject.cnpqTecnologia de Alimentospor
dc.titleDesenvolvimento e estabilidade de bebidas probióticas vegetais como estratégia de valorização da biodiversidade brasileirapor
dc.title.alternativeDevelopment and stability of plant-based probiotic beverages as a strategy for valuing Brazilian biodiversityeng
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:DISSERTAÇÃO DE MESTRADO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE E TECNOLOGIA

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