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dc.creatorSOUSA, Itallo Luis Rodrigues de-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/0197738842579655por
dc.contributor.advisor1FONTENELLE, Plínio Santos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7231046240258549por
dc.contributor.referee1FONTENELLE, Plínio Santos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7231046240258549por
dc.contributor.referee2OLIVEIRA, Rita de Cássia-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1362398045749836por
dc.contributor.referee3COSTA, Solange Aparecida de Campos-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8311834326963041por
dc.date.accessioned2026-05-26T13:33:27Z-
dc.date.issued2026-05-15-
dc.identifier.citationSOUSA, Itallo Luis Rodrigues de. A experiência encarnada da liberdade em Merleau-Ponty. 2026. 96 f. Dissertação( Programa de Pós-graduação em Filosofia - PPGFIL) - Universidade Federal do Maranhão, São Luís,2026.por
dc.identifier.urihttps://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/7010-
dc.description.resumoEsta dissertação investiga a constituição da liberdade a partir da experiência encarnada, tomando por referência a fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty (1908–1961). Parte-se da crítica aos prejuízos clássicos do racionalismo e do empirismo, que separaram corpo e consciência e limitaram a compreensão da percepção. Ao situar a experiência do mundo no corpo próprio, Merleau-Ponty evidencia que perceber é um modo de habitar o mundo, inscrito na relação direta com o meio. A percepção constitui uma abertura viva, na qual o corpo organiza o espaço, orienta gestos e instaura sentido na experiência. Nessa perspectiva, o corpo emerge enquanto sujeito marcado por hábitos e esquemas motores que estruturam a relação com o mundo, de modo que a consciência se realiza no contato com o que nos envolve. A liberdade é repensada enquanto potência situada, que se efetiva no vínculo entre o sujeito e as possibilidades oferecidas pelo meio, manifestando-se em forma de estilo (presença) que retoma o passado e projeta o futuro. Por fim, analisa-se a relação com o outro na condição de dimensão própria da corporeidade: a intercorporeidade indica que o corpo se abre a outras presenças no mesmo campo sensível, onde a alteridade se expressa na visibilidade do outro. Assim, a liberdade assume caráter compartilhado, enraizada no mundo, em um campo no qual corpo, mundo e existência se implicam de forma contínua e inseparável.por
dc.description.abstractThis dissertation investigates the constitution of freedom from the perspective of embodied experience, drawing on the phenomenology of Maurice Merleau-Ponty (1908–1961). It begins with a critique of the classical prejudices of rationalism and empiricism, which separated body and consciousness and thereby limited the understanding of perception. By situating the experience of the world in the lived body, Merleau-Ponty shows that perception is a way of inhabiting the world, grounded in a direct relation with the environment. Perception constitutes a living openness, through which the body organizes space, orients gestures, and generates meaning within experience. From this perspective, the body emerges as a subject shaped by habits and motor schemas that structure its relation to the world, such that consciousness is realized in contact with what surrounds it. Freedom is thus rethought as a situated potential, actualized in the relation between the subject and the possibilities offered by the environment, manifesting itself as a style (presence) that reappropriates the past and projects the future. Finally, the relation with others is analyzed as a fundamental dimension of corporeality: intercorporeality indicates that the body opens itself to other presences within the same sensible field, where alterity is expressed through the visibility of the other. In this way, freedom assumes a shared character, rooted in the world, within a field in which body, world, and existence are continuously and inseparably intertwined.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Aparecida (cidazen@gmail.com) on 2026-05-26T13:33:27Z No. of bitstreams: 1 ITALLO LUIS RODRIGUES DE SOUSA.pdf: 1511767 bytes, checksum: e600f3e5c975221ae39b64ce9958d9bb (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-05-26T13:33:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ITALLO LUIS RODRIGUES DE SOUSA.pdf: 1511767 bytes, checksum: e600f3e5c975221ae39b64ce9958d9bb (MD5) Previous issue date: 2026-05-15eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopor
dc.publisher.departmentCOORDENAÇÃO DO CURSO DE FILOSOFIA - PROEBpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFMApor
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA - PPGFILpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectMerleau-Ponty;por
dc.subjectcorpo próprio;por
dc.subjectpercepção;por
dc.subjectliberdade encarnada;por
dc.subjectintercorporeidadepor
dc.subjectMerleau-Ponty;eng
dc.subjectlived body;eng
dc.subjectperception;eng
dc.subjectembodied freedom;eng
dc.subjectintercorporealityeng
dc.subject.cnpqEpistemologiapor
dc.titleA experiência encarnada da liberdade em Merleau-Pontypor
dc.title.alternativeThe embodied experience of freedom in Merleau-Pontyeng
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:DISSERTAÇÃO DE MESTRADO - MESTRADO EM FILOSOFIA

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