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dc.creatorCHAGAS, Vinicyus Teles-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0599336659220889por
dc.contributor.advisor1PAES, Antonio Marcus de Andrade-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2310501964710274por
dc.contributor.advisor-co1TROSTCHANSKY, Andres-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7075976281291136por
dc.contributor.referee1PAES, Antonio Marcus de Andrade-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2310501964710274por
dc.contributor.referee2PALOMO, Iván-
dc.contributor.referee3GRASSIOLLI, Sabrina-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1379417550389891por
dc.contributor.referee4GUERRA, Rosane Nassar Meireles-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2316192786452127por
dc.contributor.referee5COUTINHO, Denise Fernandes-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/7346399893912346por
dc.date.accessioned2018-05-30T16:07:41Z-
dc.date.issued2018-05-11-
dc.identifier.citationCHAGAS, Vinicyus Teles. Efeitos do extrato rico em polifenois da folha de SYZYGIUM CUMINI (L.) SKEELS sobre o diabetes induzido por estresse oxidativo. 2018. 130f. Tese (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde/CCBS) - Universidade Federal do Maranhão, São Luís .por
dc.identifier.urihttps://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/tede/2254-
dc.description.resumoO estresse oxidativo contribui para o desenvolvimento e progressão das complicações do diabetes. Antioxidantes naturais como os polifenóis podem reduzir ou prevenir os danos oxidativos causados às ilhotas pancreáticas através da atenuação do estresse oxidativo. Syzygium cumini (L.) Skeels (Myrtacea) é uma espécie nativa do subcontinente indiano cultivada em todo o território brasileiro que possui elevada concentração de polifenóis em suas diferentes partes. Dentre suas propriedades medicinais estão: atividade anti-inflamatória, cardioprotetora, anti-neoplásica, anti-hiperglicemiante, dentre outras, descritas principalmente para suas sementes. Por seu potencial terapêutico, S. cumini vem sendo utilizado popularmente para o controle do diabetes, no entanto, há controvérsias sua eficácia de S. cumini em ensaios in-vivo. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos antidiabeticos e antioxidante do Extrato Rico em Polifenois (ERP) das folhas de S. cumini. Inicialmente, reportamos que diferentes mecanismos responsáveis pelas propriedades cardiometabólicas de S.cumini como inibição da HMG-CoA, estimulo à secreção insulínica, maior expressão de GLUT-4 são descritos para os polifenóis.A seguir, preparamos o ERP a partir das folhas de S.cumini. Estas foram submetidas à maceração empregando álcool:água (7:3) resultando no extrato hidroalcoolico bruto (EHB). O EHB foi particionado com solventes de polaridade crescente (clorofórmio e acetato de etila). A fase acetato foi concentrada e liofilizada gerando o ERP. Rattus norvegicus adultos (60 dias) receberam aloxana (150 mg/kg, i.p) para indução do diabetes tipo 1. Estes foram radomizados e divididos em 3 grupos: controle (ALX), tratados antes e após a injeção de aloxana (ALX-PP) tratados após a aloxana (ALX-P). Os animais tratados com ERP (50 mg/kg) apresentaram acentuada redução nos níveis glicêmicos e lipidêmicos, além de apresentarem redução da resistência à insulina, especialmente no grupo previamente tratado. Em seguida realizamos a quantificação de fenóis totais pelo método Azul da Prússia e de flavonoides pelo método do cloreto de alumínio. O teor de polifenóis foi 71.78 ± 8.57 GAE/100 g e a concentração de flavonoides 8.21 ± 0.42 QE/100 g. Para verificar quais polifenois estavam associados aos efeitos, anti-diabeticos observados com o tratamento usando S.cumini determinamos o perfil químico do ERP por HPLC-MS empregando eluição por gradiente. Cinco compostos fenólicos foram identificados no ERP: ácido gálico, miricetina 3-α-arabinopiranosídeo, miricetina desoxihexosídeo, miricetina e quercetina. O ERP demonstrou importante atividade antioxidante nos ensaios de inibição do DPPH•, ABTS•+ e lipoxigenase (LOX) (valores de IC50: 3.88 ± 1.09; 5.98 ± 1.19; 27.63 ± 8.47 μg/mL, respectivamente), sendo que nos ensaios do DPPH e lipoxigenase, a atividade antioxidante do ERP foi equivalente à exibida pelos padrões testados (ácido gálico, miricetina e quercetina). A literatura apresenta que os polifenóis (componentes mais abundantes em S.cumini) são promissores agentes hipolipemiantes por inibir parcialmente proteína microsomal transferidora de triacilgliceróis (MTP) hepática, uma chaperona residente no retículo endoplasmático que tem papel essencial na montagem e secreção de VLDL. Desse modo, sugerimos neste trabalho que a via de inibição da MTP hepática pode ser responsável pelo efeito ati-hipertrigliceridêmico de S.cumini. Em conjunto, os dados obtidos neste trabalho reforçam o potencial anti-diabetico, antioxidante e hipolipemiante de S.cumini.por
dc.description.abstractOxidative stress contributes to the development and progression of diabetes complications. Natural antioxidants such as polyphenols can reduce or prevent the oxidative damage caused to the pancreatic islets through the attenuation of oxidative stress. Syzygium cumini (L.) Skeels (Myrtacea) is a imported specie from the Indian subcontinent and cultivated throughout the Brazilian territory that has high concentration of polyphenols in its different parts. Among its medicinal properties are: anti-inflammatory, cardioprotective, anti-neoplastic, anti-hyperglycemic activity, among others, mainly described for its seeds. For your terapeutical potential, S. cumini has been used over about 130 years for the control of diabetes, however, there are controversies its efficacy of S. cumini in in-vivo trials. Thus, the objective of this work was to evaluate the antidiabetic and antioxidant effects of the Polyphenol-Rich extract (PESc) from S. cumini leaves. Initially, we report different mechanisms responsible for the cardiometabolic properties of S.cumini as inhibition of HMG-CoA, stimulation to insulin secretion, increase of the expression of GLUT-4 are described for polyphenols. Next, we prepare the ERP from the leaves of S .cumini. These were submitted to maceration using alcohol: water (7: 3) resulting in the crude hydroalcoholic extract (EHB). The EHB was partitioned with increasing polarity solvents (chloroform and ethyl acetate). The acetate phase was concentrated and lyophilized generating the PESc. Rattus norvegicus adults (60 days) received alloxan (150 mg / kg, ip) for induction of type 1 diabetes. These were radominated and divided into 3 groups (control, treated prior to alloxan injection and treated before and after treatment alloxan). After the treatment with PESc (50 mg / kg), the animals presented a marked reduction in glycemic and lipidemic levels, as well as a reduction in insulin resistance, especially in the previously treated group. Then we quantified total phenols by Prussian Blue method and flavonoids by the aluminum chloride method. The polyphenol content was 71.78 ± 8.57 GAE / 100 g and the flavonoid concentration was 8.21 ± 0.42 QE / 100 g. To verify which polyphenols were associated with the anti-diabetic effects observed with the treatment using S.cumini we determined the chemical profile of the PESc by HPLC-MS employing gradient elution. Five phenolic compounds were identified in PESc: gallic acid, myricetin 3-α-arabinopyranoside, myoxycetin deoxyhexoside, myricetin and quercetin. PESc showed significant antioxidant activity in the inhibition assays of DPPH•, ABTS•+ and lipoxygenase (LOX) (IC50 values: 3.88 ± 1.09, 5.98 ± 1.19, 27.63 ± 8.47 μg / mL, respectively). DPPH• and lipoxygenase, the antioxidant activity of ERP was equivalent to that exhibited by the standards tested (gallic acid, myricetin and quercetin). PESc also stimulated insulin secretion in β-cells (INS-1E) non-toxic. We have also collected literature results showing that polyphenols (most abundant components in S.cumini) are promising lipid-lowering agents by partially inhibiting hepatic microsomal triglyceride transfer protein (MTP), a chaperone resident in the endoplasmic reticulum that plays a key role in the assembly and secretion of VLDL. Thus, we suggest in this work that the route of inhibition of hepatic MTP may be responsible for the ati-hypertriglyceridemic effect of S.cumini. Together, the data obtained in this study reinforce the anti-diabetic, antioxidant and hypolipidemic potential of S.cumini.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Daniella Santos (daniella.santos@ufma.br) on 2018-05-30T16:07:41Z No. of bitstreams: 1 VinicyusChagas.pdf: 3502875 bytes, checksum: 98732cadbc22a23805bc56b04815f6b6 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-05-30T16:07:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 VinicyusChagas.pdf: 3502875 bytes, checksum: 98732cadbc22a23805bc56b04815f6b6 (MD5) Previous issue date: 2018-05-11eng
dc.description.sponsorshipFAPEMApor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopor
dc.publisher.departmentDEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS/CCBSpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFMApor
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE/CCBSpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectSyzygium cumini; polifenóis; flavonoides; atividade antioxidante; diabetes; proteína microsomal transferidora de triacilgliceróispor
dc.subjectSyzygium cumini, polyphenols, flavonoids, antioxidant activity, diabetes, microsomal triglyceride transfer protein.eng
dc.subject.cnpqAnálise e Controle e Medicamentospor
dc.titleEfeitos do extrato rico em polifenois da folha de SYZYGIUM CUMINI (L.) SKEELS sobre o diabetes induzido por estresse oxidativopor
dc.title.alternativeEffects of polyphenol rich extract from SYZYGIUM CUMINI (L.) SKEELS leaf on oxidative stress induced diabeteseng
dc.typeTesepor
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